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Bruna Medeiros



Tá aí uma coisa que é raro de acontecer é: eu fazer uma tiragem para mim. Tampouco perguntar de alguém específico. Alguma coisa mudou aqui dentro. Perguntei de você pro tarô, perguntei de nós. 

As vezes me pego com o pensamento em você, lembro dos daqueles nossos momentos, nossas risadas aleatórias sem motivos, a intimidade que temos um com o outro e a parceria incrível.

Você chegou de um jeitinho especial em minha vida. Clichê. E isso tá mexendo comigo mais do que eu imaginava.

A nossa relação é leve e mesmo com a distância as coisas não mudam, quando nós nos vemos é a mesma vibe boa e gostosa, a intimidade, as risadas, a vontade de ficar grudado isso só aumentou.

Até cogitei um relacionamento com você, mas como eu te falaria isso? Será que é cedo pra dizer que eu gosto de você? Que eu quero te ver mais vezes, que a saudade tem me visitado ultimamente e me feito pensar em você.

E lembrar de você é rir sozinha é sentir um friozinho na barriga… Ah, que delícia!

Será que eu estou me apaixonando de novo por alguém? Por alguém de cachinhos castanhos, olhos escuros, alguém que quando me abraça eu me sinto em paz, alguém que me faz feliz.

 Nem lembro qual foi a última vez que senti essa sensação. Que delícia é amar.


Com amor, Bru.




 
Leveza
Amor
Carinho
Saudade
Calmaria
Paixão
Riso
Cafuné
Conchinha
Fogo
Conexão
Olhar
Abraço
Cheiro
Você.
Sentimento. Te quero por perto. Te quero aqui. Pertinho. Comigo. Agora. Quero nós dois juntinho. Daquele jeito. Do nosso jeito.
Eu quero você.

A gente se completa.
Sim, é a frase mais clichê da vida, mas é a mais pura verdade.
Um grande autor disse certa vez que “quem não compreende um olhar, tampouco compreenderá uma longa explicação”, isso é verdade, e você compreende meu olhar, minhas teorias malucas para achar uma resposta, minhas explicações, você compreende tudo em mim, e eu em você.
E isso é se completar é dizer tudo no silêncio de um olhar, no eco de um riso, em uma respirada funda após uma longa gargalhada, no pedido de desculpa depois de uma briga.
A gente se completa no abraço, nas mãos dadas, no beijo roubado.
A gente se completa até no tamanho, eu metade, você grande. As nossas teorias, histórias e planos de viagem, planejamos tudo da forma mais maluca que existe, e na nossa cabeça é a mais propicia a se realizar.

Eu sou branco, você preto; eu sou MPB, você rock; eu sou animação, você terror; somos as contradições mais completas que existe, por isso não me canso de dizer, a gente se completa!
E acabou... Espero que seja feliz, que tenha um novo amor, que tenha sabor... Espero que você se case, realize seus sonhos, que seja feliz. Espero mais ainda que você sempre se lembre dos nossos momentos, do nosso ex-amor, e no final da história pense que eu poderia estar aí, que poderia ter sido comigo, e seria, porém seu orgulho me impediu de fazer tudo o que eu faria.














Naquela tarde no bar você me perdeu... A cada gole no copo eu via nele o meu amor se acabando assim como a bebida. A cada briga, eu dava um gole no nosso frasco do amor... Cada vez mais distante, cada vez menos amigos, menos carinhos, menos... Oh, garçom, acabou! Me vê outra garrafa de amor, pois uma história nova há de começar...

Saudade do amar, do amor... Daquele te pega desprevenida e te faz transbordar de felicidade. Aquele no qual só de pensar em estar perto, o estômago dá mil voltas e você já não consegue se concentrar em nada. Aquele que quando você deita, os planos de ir dormir somem, seus pensamentos são inteiramente dominados e por um deslize
acabam se infiltrando em seus sonhos, virando planos para o futuro e quando vê... já não consegue nem respirar sem pensar naquela pessoa.

Isabela Queiroz

É... mais um ano se começa, e com ele a incerteza de recomeçar, as dúvidas de um "suposto amor", é tão complicado, é tão difícil viver tão insegura, será que devemos nos arriscar? Eis a questão, sonhos, planos, desejos isso tudo já fazem parte da minha lista de metas para o novo ano que se inicia, por que não arriscar um novo amor? por que não arriscar uma nova tentativa? por que não arriscar uma nova chance de ser feliz? É tão fácil escrever textos, é tão fácil demonstrar nossos sentimentos em palavras que as vezes ficam tão guardadas para nós mesmo. Queria te ter de volta, as vezes eu não quero nem ouvir seu nome, mas você me persegue em sonhos, em realidade, mas o por que desse amor tão obsessivo? você ainda faz parte de mim, mesmo eu não querendo em mim, o por que dessa complicação toda? Eu me faço tantas perguntas, são tantas dúvidas que acabo fazendo as escolhas erradas assim como no último dia em que nos vimos.

seis de dezembro de dois mil e quinze.

Era pra ter sido mágica aquela nossa "última noite" mais como sempre eu sou a pessoa em que estraga todos os nossos momentos, é... meu amor acabou... como eu queria ter te amado mais naquela noite, eu acabei com tudo, tirei você da minha vida, dos meus sonhos, do meu futuro. E hoje sou essa pessoa tão indecisa. Que agora tem medo te tentar de novo, de se arriscar, será muito cedo pra um novo amor? será muito cedo pra esquecer você de vez? 

Bruna Medeiros
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Bruna Medeiros 23 anos, libriana, goiana, terapeuta holística, instrutora de yôga e nômade digital.


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